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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Patrica Lages - Texto "Maria-vai-com-as-outras"

Oiieee

Li um texto da Patricia Lages no blog dela, Bolsa Blindada e curti tanto (assim como maioria dos textos q leio dela) e gostaria de compartilhar um trecho!

A Patricia Lages tem dois livros, com o mesmo nome do blog, livros estes q estão na minha listinha BÁSICA de compras!! hehehe

Quem quiser conhecer o blog e ler o restante do texto, deixarei o link abaixo, também!!

Espero que vocês gostem, pois trata de um fenômeno mto comum atualmente q é a necessidade que as pessoas têm de opinar sobre TUDO, o que é mto chato e não apenas isso, pode evidenciar preconceitos que não deveriam existir, o que também é mto TRISTE.

Um abraçoooo
Jú

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Desafio Detox 8 – Maria-vai-com-as-outras

Nós não somos e nem seremos iguais. Não temos e nem teremos as mesmas opiniões em tudo. Somos seres complexos, cada um com uma história de vida, cada um com uma justificativa por pensar como pensa. Precisamos nos desintoxicar da ideia de que existe UMA forma correta de ser, UMA forma correta de pensar. Somos bilhões de pessoas vivendo no mesmo lugar, mas cada um é único e individual. Respeite os outros, mas acima de tudo respeite a você mesma. Tenha opinião própria, não seja uma Maria-vai-com-as-outras por achar que os outros estão certos e você não. Confie mais em si mesma e se desintoxique das opiniões dos outros. Tenha as suas, seja você mesma e respeite seu jeito de ser e de pensar. Ser melhor não é ser quem você não é.

http://bolsablindada.com.br/desafio-detox-8-maria-vai-com-outras/#more-5917

sexta-feira, 27 de março de 2015

Mirian Goldenberg - Eu só quero ser feliz

Olááá

Li um texto da antropóloga, professora e escritora Mirian Goldenberg e achei tão bacana q quis compartilhar!

É sobre relacionamento, algo que faz homens e mulheres criar inúmeras expectativas e se frustrar tanto. Fico triste pelos meus amigos e amigas q ainda não se encontraram neste quesito e agradeço a Deus pela relação que eu e o Theo construímos! É uma benção tê-lo ao meu lado!

Segue abaixo o texto q eu comentei. Espero que vocês gostem!

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Mirian Goldenberg - "Eu só quero ser feliz"

Será que existe algum segredo para um casamento feliz?

Uma arquiteta de 49 anos disse que o segredo da sua felicidade conjugal é a admiração mútua e o respeito à privacidade.

"Tenho um banheiro só para mim e o meu marido tem o dele. Não entro no Facebook dele, porque não me interessa saber quem são as mulheres que mandam mensagens engraçadinhas. Se ele quiser sair com os amigos ou ir a uma festa sozinho, não vejo o menor problema".

Ela critica as amigas ciumentas que querem controlar os maridos. Diz que elas morrem de inveja do seu casamento.

"Não acredito que colocar uma coleira no pescoço do marido garante a fidelidade. Se ele quiser ser infiel, pode me trair em viagens, na hora do almoço, na internet. Se ele me ama e não quer me perder, por que irá me trair? É o famoso livre-arbítrio. Prefiro ser fiel porque estou feliz e não por usar um cinto de castidade. E vice-versa".

O marido, um engenheiro de 45 anos, acha o maior clichê dizer que os homens preferem as mulheres mais jovens. Diz que não existe nada mais sedutor e atraente do que a maturidade e a inteligência de uma mulher.

"Tenho a maior admiração pela minha esposa. Ela é muito inteligente, independente, divertida, carinhosa, companheira. Gosto das nossas conversas e brincadeiras, somos muito apaixonados. Meus amigos estão sempre buscando aventuras, garotas de programa, casos com estagiárias. Eles precisam provar o tempo todo que são homens de verdade e dizem que eu sou meio broxa porque sou fiel. Não preciso provar nada para ninguém, eu só quero ser feliz".

Ele acrescentou: "Pode parecer mentira, mas nunca brigamos. Qual é o segredo da nossa felicidade? Muito simples: eu cuido dela exatamente como quero ser cuidado, escuto como quero ser escutado, sou fiel como quero que ela seja. Todos os dias celebramos o nosso amor com alguma surpresinha. Temos cuidado para manter o mesmo respeito, carinho e tesão do início. Fomos muito infelizes em casamentos anteriores. Sabemos que o nosso é uma joia muito rara e especial".

Ele concluiu dando os principais ingredientes da felicidade do casal: compreensão, carinho, admiração e, principalmente, muitas risadas.

Se é tão simples assim, por que encontro tantos casamentos in- felizes?

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/miriangoldenberg/2014/12/1563459-eu-so-quero-ser-feliz.shtml

sexta-feira, 6 de março de 2015

Eugenio Mussak - O equilíbrio

Oláááá

Estas últimas semanas foram meio agitadas e não consegui assistir nenhum filme ou série, e ainda estou "devendo" um post sobre "Birdman" (filme que eu assiti há quase 3 semanas atrás!!!!). Mas este fds vou retomar meu "vício"preferido, pelo menos assim espero!!!

Enquanto isso, deixo um texto do escritor/médico/professor/pensador Eugenio Mussak. Ele já apareceu em diversos outros momentos aq no blog e o site dele, bem como seus escritos, merecem uma espiada melhor!

O texto que compartilho com vocês hoje é de 2014 e aborda um assunto que MUITO ME INTERESSA: "O Equilíbrio", esta coisa que a gnt tenta incessamente buscar, assim como "o amor", "a paz" e "a felicidade"!

Espero que vocês gostem!!!

Bjss
Jú

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O equilíbrio
Revista Vida Simples nº 145 - 01/05/2014 
Por Eugenio Mussak
 
“O corpo atinge o equilíbrio quando seu centro da gravidade está ligado ao centro de gravidade da Terra através de uma linha imaginária que passa por dentro de seu polígono de sustentação.”
 
Sempre gostei de Física. Não perdia uma aula. Mais do que a própria Biologia, a Física me ajudava a entender a vida, e, com o tempo, fui percebendo que os chamados fenômenos biológicos nada mais são do que fenômenos físico-químicos. E, mais, à medida que fui me interessando pelo comportamento humano, me dei o conta que até nesse tema a Física ajuda a esclarecer algumas coisas, como, por exemplo, pela frase que abre este texto.
 
Ela quer dizer o seguinte: para você conseguir ficar em pé, seu centro de gravidade, um ponto que está aproximadamente na altura do umbigo, no centro do corpo, deve comunicar-se com o centro de nosso planeta através de uma linha que passa na área existente entre seus dois pés – o chamado polígono de sustentação. Se você inclinar o corpo e a linha sair fora desse espaço, você vai cair, meu amigo. A não ser que você volte à posição original, ou, o que é mais provável, que você avance um pé e aumente o tamanho da área.
 
Em outras palavras, sabe o que você fez, para recuperar o equilíbrio perdido? Deu um passo para frente. Ou seja, andou. Locomoveu-se. Saiu da posição em que estava. Quer dizer que andar para frente, caminhar, é um exercício sequencial de perdas e recuperações do equilíbrio. Podemos também fazer a leitura de quem quem quer estar permanentemente equilibrado, seguro, não vai sair do lugar. Simples assim. Essa é a metáfora.
 
Pense em um bebê, de bochechas bem redondas e olhos esbugalhados tentando sair da condição de quadrupedezinho que engatinha pela casa, para o estado de bípede, capaz de caminhar com os dois pés, como ele vê seus pais fazendo. Percebe o tamanho da aventura? Com as mãos e os joelhos no chão são quatro os pontos de apoio, que formam um imenso polígono de sustentação. Deixar o corpinho ereto e caminhar apenas sobre os pés equivale a sair do chão e caminhar em uma corda bamba. Mas o bebê enfrenta o desafio. Cai algumas vezes, levanta e continua na aventura. Acho que você não se lembra, caro leitor, mas você também enfrentou esse desafio, que foi apenas um entre tantos que a vida oferece, e impõe.
 
É preciso sair do lugar
 
Lembro dessa história cada vez que vejo alguém dizendo que tudo o que queria era uma vida mais equilibrada. Ok, entendo, neste caso, equilíbrio tem o sentido de tranquilidade, segurança, paz. Não há quem não queira isso, principalmente quando se sente pressionado pela vida estressante do dia a dia no trabalho, no trânsito, nos problemas do cotidiano doméstico. Eu também quero. Só que, sem enfrentar alguns “desequilíbrios” de vez em quando não se anda pra frente, em todos os sentidos da vida. Acomodação gera estagnação.
 
Estou escrevendo sobre isso porque tenho acompanhando a vida de algumas pessoas queridas que estão em um momento de suas vidas em que precisarão dar um passo pra frente. Perceberam que não há a menor chance de permanecerem como estão, pois o mundo já se mexeu, nada é como era antes, e é preciso acompanhar essa dinâmica. A vida cobra movimento.
 
“Estou ciente que para conseguir coisas diferentes não vou poder continuar fazendo o que fiz até agora”, comentou comigo uma dessas pessoas. “Mas como é difícil…”, concluiu, com um certo ar de desolação. Verdade, não é fácil fazer mudanças.
 
E o que mais espanta é que aquilo que sempre fizemos foi bom durante muito tempo, e agora parece que não serve mais. E isso se aplica para todas as áreas, sendo que no trabalho é mais evidente. Os médicos de atualmente atendem a pacientes que chegam ao consultório super informados, já com suposições de diagnóstico. Os professores lidam com alunos que questionam as teorias apresentadas, porque já navegaram na Internet ou, simplesmente, porque não vêm sentido naquilo. Donos de restaurante já aprenderam que não podem mais apenas servir refeições, e sim proporcionar experiências. E por aí vai. A lista de mudanças comportamentais e novas competências só faz crescer.
 
Já foi a época em que a pessoa concluía seus estudos, se posicionava profissionalmente e daí pra frente era só trabalhar. Pouca coisa mudaria em seu trabalho e no mundo ao seu redor. Havia estabilidade, constância. Equilíbrio. Não é mais assim, e o equilíbrio possível não passa de uma ilusão. Até nas relações humanas que, para continuarem a ser boas como antes é preciso que se renovem sempre, com direito a surpresinhas, quebras de rotina, aventuras conjuntas. Interessante. Então, para ser o que sempre foi é preciso fazer diferente. Louco, não?
 
Uma expressão moderna é a tal “zona de conforto” que, nas empresas, principalmente, se tenta combater como uma praga contagiosa. Faz sentido, pois para inovar, ser criativo, abrir novas possibilidade é necessário fazer diferente, o que equivale a sair da tal zona. O problema é que todos temos uma forte inclinação para o conforto. Quem não gosta, não é mesmo? Essa expressão sempre me lembra minha poltrona preferida, com um bom livro nas mãos e um copo de refresco alcançado com um pequeno movimento do braço.
 
Mas não é a isso que a “zona de conforto” refere, e sim ao ato de acomodar-se e fazer coisas apenas dentro do conjunto de hábitos, o que é muito mais fácil, confortável. Só que veja bem, os hábitos e as rotinas não são ruins, ao contrário, na medida que aumentam a eficiência, o que significa fazer o mesmo, ou quem sabe mais, gastando menos energia. O único problema do hábito é que ele é inimigo da novidade, e, sem esta, não tem avanço, e surge a estagnação. É preciso encontrar a média, criar hábitos produtivos mas abrir espaço para o diferente, para a ousadia saudável, aquela que surpreende, às vezes erra, claudica, tropeça, cai de joelhos, mas que tem o poder de criar o novo.
 
A tendência à desordem
 
Outro princípio de que gosto muito, e que também faz parte do repertório da Física, é a Entropia. Em grego, significa transformação, mas foi aplicada pela primeira vez pelo físico alemão Rudolf Clausius em 1850, para explicar algo que acabou sendo chamado de a Segunda Lei da Termodinâmica. O que essa lei diz é que dois sistemas físicos colocados em contato tendem a equilibrar suas temperaturas. Lembre de como a colher esquenta quando esquecida dentro da panela em que você está preparando o molho para o macarrão.
 
O que é mais interessante é que a Entropia explica que tudo no Universo tende naturalmente à desordem. Isso mesmo, desordem. Em Física, isso significa que as partículas da matéria tendem a ocupar todos os espaços disponíveis, e, à medida que isso acontece diluem a energia que contém. Como consequência haverá menos energia disponível para que algum trabalho seja realizado. De acordo com a Entropia, o Universo está se expandindo, e, no final, tudo vai ficar tão espalhado que nada mais existirá. Esse seria o nosso destino. Mas não se preocupe, caro leitor, pois nem a matemática ainda é capaz de pronunciar o número de anos em que isso acontecerá. Temos tempo.
 
O legal, no entendimento da Entropia, é que quando deixamos de colocar energia, a tendência é a desordem, o caos. Em outras palavras, não dá para parar de gerar algum movimento. Quem fica parado assiste à desorganização de seus sistemas. Preste atenção a coisas simples. Se você parar de arrumar seu quarto, colocando as coisas em ordem, organizando o armário, juntando as roupas, tirando o pó, com o tempo ele vai ficar inabitável, mesmo que você não seja um bagunceiro típico. É que o simples uso de seus pertences provoca a desordem, que é preciso arrumar depois, colocando certa energia nisso. Manter a ordem dá trabalho, não é mesmo?
 
Pois o mesmo vale para tudo na vida. Quem para de investir no casamento, na carreira, na saúde, tende à desordem em todas essas áreas. Então é assim: quem busca o equilíbrio confortável e permanente, acaba por assistir ao movimento natural dos fatos e das coisas, e vê o caos se instalar à sua volta. Não tem jeito, é necessário mexer-se um pouco, sair do lugar, combater o medo e a indolência, que são nossos companheiros ancestrais, e que tinham a finalidade de nos proteger dos perigos e da falta de alimento. Só que o tempo passou, e é preciso continuar andando pra frente.

domingo, 1 de março de 2015

Viva as pequenas bênçãos

Oie

Td bom com vocês? Quero apenas desejar que este mês de março seja maravilhoso para todos(as) vocês. O mês de fevereiro foi um pouco dificil (do lado de cá, da tela), mas eu sou uma pessoa otimista e não quero ficar chorando sobre o leite derramado, quero apenas agradecer a Deus, minha família e amigos, por me apoiarem e me encorajarem a seguir em frente, pq no final é bem isso, "olhar para frente"!

Por acaso estava lendo alguns posts de blogs q acompanho e me deparei com um post que parece ter sido feito para mim. Como eu não conheço pessoalmente a blogueira, imagino que várias pessoas devem ter se identificado com o que ela escreveu, inclusive vocês, portanto compartilho-o abaixo!

Espero que vocês gostem!

Abraços,
Jú

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Blog "Indiretas do Bem"
POSTADO POR Duds Saldanha
26.02.2015

Sempre falo da coragem que eu tive pra sair do meu emprego pra tentar outras coisas, e as meninas daqui do Indiretas do Bem também são uma grande inspiração no que diz respeito ao “corra atrás dos seus sonhos” e até o famoso “go with your gut”.

Acontece que, numa conversa entre amigos esses dias, eu percebi que nem sempre pode ser assim e eu falo pouquíssimo sobre a coragem de simplesmente não ir a lugar nenhum.

Toda mudança é um salto vertical, seja externa com atitudes como sair do emprego, tentar um novo corte de cabelo, seja interna, mudando seu modo de pensar, de agir com as pessoas, de responder à estímulos e oportunidades da vida.

Você nunca vai estar 100% preparado para uma coisa nova que virá e nem 100% satisfeito com a situação na qual você se encontra não porque você é exigente demais ou porque você “não conhece ficar parada em um lugar só”. Mas às vezes a gente não está satisfeito com algo justamente porque sabemos que merecemos mais do que aquilo.

Só que nem sempre dá pra levantar e mudar. Nem sempre dá pra pular verticalmente. E aí a gente faz o quê?

A gente vive as pequenas bênçãos e os pequenos motivos. Não no sentido carpe diem da coisa, não no sentido #100happydays, não no sentido aproveite esse dia como se fosse o último. Principalmente porque todos temos dias ruins, e às vezes tudo que a gente quer fazer é deitar e esquecer que ele aconteceu.

Nós queremos muito e queremos mais a todo minuto: queremos (e temos o direito de) ser felizes, queremos ter uma boa casa, queremos construir uma família, queremos viajar o mundo, queremos ser maiores, queremos chegar lá. Mas, para chegar lá, há uma estrada de tijolos amarelos construída pelos dias que você passa reclamando seu trabalho porque você merece ter um trabalho que te faz feliz em um ambiente que te favoreça.

Espere pelas coisas boas que vão acontecer, mas saiba que talvez você esteja naquele emprego ou naquela situação por um motivo maior, e que vai fazer você muito mais feliz do que está agora. Não é planejar uma felicidade a longo prazo, mas entender que sua vida é uma cadeia de coisas que acontecem e que são a estrada para algo maior.

Pense que você trabalha por aquela viagem que vai fazer no final do ano, pense que você trabalha pra pagar aquela faculdade que te deu amigos incríveis com os quais você vai contar pra sempre, pense que você trabalha duro escrevendo um livro que vai entrar na lista dos mais vendidos, pense que você gasta horas no frio e no calor, de dia e de noite, gravando um filme que um dia vai ser o filme favorito de alguém.

Parece que você paga pra ser feliz, mesmo sendo um direito seu, mas não é. O que eu quero dizer aqui é que você é a ferramenta que vai te dar aqueles momentos de felicidade do lado dos amigos ou aqueles momentos de paz numa praia sem mais ninguém por perto –só uma música boa.

Você é tão corajoso quanto acha que é, e escolher ficar é tão corajoso quanto abandonar tudo e começar de novo. Não se martirize pensando que você pode fazer melhor, porque às vezes você não controla o fato de estar preso a uma situação. Não se frustre porque você não pode mudá-la, viva as pequenas bênçãos, e curta sua estrada de tijolos amarelos.

Pense nisso na próxima vez que você sorrir por uma pequena-grande bênção. Pense no que você passou pra chegar até ali, naquele momento, naquele lugar. Com certeza você vai ver que talvez não teria feito nada diferente.

http://indiretasdobem.com.br/blog/viva-as-pequenas-be%CC%82nc%CC%A7a%CC%83os.html

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Cinema é considerado terapia

Olá pessoal,





























Estava procurando um texto que falasse sobre como o cinema (ou os filmes de uma maneira geral), podem ser terapêuticos, em diversos sentidos. A música também funciona da mesma maneira, mas isso é material para um outro texto! :)))

Posso me usar como exemplo, pq além de serem uma excelente distração, são ótimos para a gnt fugir um pouco da rotina, são excelente fonte de inspiração e insights, funcionam como catarse para sentimentos e emoções que nós às vezes deixamos represadas.

Acabei me deparando com ótimos textos que, apesar de não serem atuais, explicam mto bem os "benefícios" de duas horas preciosas podem ter para nossa saúde (física e mental)!

Espero que gostem!!!

Revista Viva Saúde
"Use o Cinema como Terapia"
http://revistavivasaude.uol.com.br/Edicoes/63/artigo95379-1.asp/

e

Revista da Universidade Metodista de São Paulo (Rudge Ramos Jornal)
"Cinema é considerado terapia"
http://www.metodista.br/rronline/rrjornal/2010/ed-951/cinema-e-considerado-terapia

Abraços
Jú




domingo, 8 de fevereiro de 2015

Dois Dias, Uma Noite

Olááááá






































Já falei que a-d-o-r-o a atriz francesa Marion Cotillard? 

Pois é, por causa dela fui correndo assistir seu mais novo filme, "Dois Dias, Uma Noite" (Deux Jours, Une Nuit, 2014).

Quem gosta de filme com apelo mais dramático e reflexivo com certeza amará este filme, dos diretores franceses Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne.






































O filme é uma verdadeira aula de psicologia! São tantas camadas, tantos conflitos éticos e temas polêmicos que nem sei por onde começar! Em que filme você poderia falar sobre: depressão, suicídio, crise matrimonial, direitos trabalhistas, generosidade, valor (existencial) do dinheiro, amor próprio, etc?

A história é a seguinte: Sandra (Marion Cotillard) está afastada do trabalho por causa de depressão e corre risco de perder seu emprego pois o diretor da fábrica decidiu que não precisava de mais uma pessoa em seu quadro de funcionários e incumbiu seu supervisor de convencer os outros trabalhadores da fábrica a decidirem se  prefiriam receber um bônus ou manter Sandra na equipe. Após descobrir que seus colegas foram persuadidos a votar contra ela, ela consegue uma nova possibilidade de votação e começa a correr atrás dos seus colegas para saber se eles mudariam de idéia. Então, ela e o marido (Fabrizio Rongione) têm uma tarefa complicada para o final de semana: eles devem visitar os colegas de trabalho e convencê-los a abrir mão de seus bônus, para que ela possa manter o seu emprego.




















































Parece uma história banal, mas como falei acima, o filme é de uma delicadeza, q faz com que a gnt se importe com a personagem principal, e ao mesmo tempo entenda que o que ela está pedindo para seus colegas é algo extremamente complexo, então você também entende aqueles que optam por dar preferência ao bônus. 

Só assistindo o filme para entender o que acontece, mas o final é simples e, no entanto, extremamente poético e libertador!





























Para mim, a categoria de melhor atriz do Oscar é uma das mais interessantes este ano e apesar de ter quase certeza que a Julianne Moore será a vencedora, eu ficaria mto feliz se a Marion ganhasse novamente! (ela já ganhou o Oscar pelo maravilhoso "Piaf"). 


E se você quiser assistir outros filmes dela, eu recomendo, por exemplo: "Ferrugem e Osso", "Até a Eternidade" e "A Origem".






















Deixo-os com uma deliciosa canção que aparece no filme!


Um grande abraço!
Jú

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Camp X-Ray

Oieee







































Ontem assisti "Camp X-Ray" (2014), filme que se passa na famosa Prisão de Guantánamo e que foi uma grande surpresa, não pela temática, mas por mostrar a amizade improvável (e polêmica) entre uma soldado americana, Amy Cole (interpretada por Kristen Stewart) e um dos detentos muçulmanos, Ali Amir (interpretado belissimamente por Peyman Moaadi). 















































































O filme tem este nome pois faz menção a um centro de detenção provisória criado após os atentados de 11 de setembro.


















O diretor se chama Peter Sattler e este é seu primeiro filme. Visualmente o filme é bem simples, não tem nada mto excepcional. O diferencial são realmente os protagonistas. 






































Fiquei bem surpresa com a Kristen Stewart, pois confesso que tinha um pé atrás com ela. Não que ela esteja magnífica neste filme, mas está bem melhor do que em vários outros projetos em q pude assisti-la. 




























Já Peyman Moaadi, rouba a cena como um detento - preso injustamente - que provoca na soldado inúmeras reflexões! Depois fui pesquisar e constatei que já tinha me surpreendido com este ator em outro filme, o maravilhoso "A Separação" (2011)!

Talvez o filme passe desapercebido, mesmo tendo a Kristen encabeçando o elenco, pq realmente não é um filme que tenha um grande apelo da mídia, mas eu o indico porque ele aborda vários assuntos mto interessantes, como o conflito ético entre o bem X mal, machismo X feminismo, consequências do encarceramento, o propósito de regras e protocolos que mtas vezes não fazem sentido, quem está certo ou errado nesta "guerra", o ódio que permeia as relações entre americanos e muçulmanos, e mto mais. 






































Se este filme estiver dando sopa e vocês estiverem procurando uma boa opção para passar o tempo, podem se jogar q vcs não vão se arrepender!

E se quiserem assistir o trailer, fiquem à vontade:


Um abraço,
Jú

sábado, 31 de janeiro de 2015

O Renascimento do Parto

Olá a todos(as)!























Desde que "O Renascimento do Parto" foi lançado, eu tinha curiosidade para assisti-lo, mas nunca conseguia, até que ontem - FINALMENTE - risquei essa minha "pendência" da minha "pequena" listinha de filmes para assistir!


Confesso que não é um filme fácil, mas é um filme OBRIGATÓRIO para todos os pais, principalmente os futuros pais!


















Por já ter passado por uma gestação, me identifiquei com inúmeras situações que foram mostradas e me emocionei demais, durante o filme inteiro, mas o documentário é bem didático e elucida mtas questões importantes, questões - inclusive - de saúde pública!

O documentário é embasado por depoimentos de profissionais das mais diversas áreas como medicina, filosofia, antropologia, enfermagem, etc, ou seja, não é achismo, são observações baseadas em evidências, estatísticas, e mais importantes, observações manifestadas por mulheres que vivenciaram situações traumáticas na hora que devia ser a mais sublime de uma mulher, q é a hora de dar a luz!































Parto normal X Cesárea deixou de ser uma escolha da mulher e se tornou uma produção quase mercadológica, uma imposição da sociedade que se utiliza da falácia de que a cesárea é mais segura para a mulher e para o bebê, quando é mto mais conveniente para os médicos marcarem um horário e para os hospitais terem noção de por quanto tempo suas salas e centros obstétricos estarão ocupados para poderem ser preenchidos por mais grávidas e continuar movimentando essa indústria.


Só esqueceram de comunicar isso para os bebês, q não sabem deste "acordo" e não foram avisados q vão nascer numa hora específica ao invés da hora que ele estiver pronto.























Além disso, o que era para ser um evento belíssimo, porém natural, agora é inundado por dúvidas e medos que a sociedade de uma maneira geral colocou na cabeça das mulheres. Quando você opta por um parto natural, sem intervenções, as pessoas ao seu redor estranham e te preparam para o pior.


A cesárea é uma cirurgia super válida em alguns casos, e realmente salva vidas, mas não deveria ter se tornado a unanimidade q se tornou e é isso que as pessoas começaram a considerar "natural", só que não é nenhum um pouco natural. Que paradoxo, não é?







































O espetacular médico e especialista em partos, Michel Odent está neste filme e faz considerações importantíssimas, como por exemplo: será que é está a sociedade que queremos, uma sociedade que impede que hormônios naturais sejam acionados e ao invés disso, os substitui por hormônios fabricados? uma sociedade que está tirando o empoderamento da mulher e o entregando para os médicos? uma sociedade que tem pressa para tirar um bebê de dentro da mulher, um bebê que mtas vezes não está ainda pronto para vir ao mundo?
























Acho que assistir este documentário pode abrir a cabeça de mta gente, tanto homens quanto mulheres. Não digo que as pessoas vão deixar de lado seus medos, mas pelo menos estarão informadas sobre as diferenças de cada método (parto humanizado x cesárea) e também das intervenções que, na maioria dos casos, são desnecessárias...e assim, poderão fazer sua escolha de modo mais consciente, sem se levar apenas pela maré!


Agradeço o fato de ter tido acesso a tantas informações, tantas coisas eu desconhecia e agora entendo melhor! Tudo graças às leituras que fiz e, principalmente, ao contato que tive com a querida doula, professora de yoga e amiga, Adriana Vieira! Ela é incrível! Uma pessoa engajada, dedicada e que ama o que faz!!































Mais recomendado q isso, impossível!!!

Bjsss
Jú