quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Mário Sérgio Cortella - Vida e carreira: um equilíbrio possível?

Olááááá

Segue artigo super interessante do portal HSM que foi publicado recentemente.

Espero que vocês gostem!!!

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Vida e carreira: um equilíbrio possível?


Gosto demais do que um dia escreveu o britânico Beda, o Venerável, lá no século VIII: "Há três caminhos para o fracasso: não ensinar o que se sabe; não praticar o que se ensina; não perguntar o que se ignora".

Por isso, uma carreira a ser "turbinada" exige a capacidade de "ensinar o que se sabe", isto é, ter permeabilidade e ser reconhecido como alguém que reparte competências, de modo a fortalecer a equipe e demonstrar ambição (querer mais) em vez de ganância (querer só para si, a qualquer custo).

É necessário também "praticar o que se ensina", de forma a deixar clara a coerência de postura, o equilíbrio entre o dito e o feito, e a disposição para assumir com segurança aquilo que adota como correto.

Por fim, o mais importante, "perguntar o que se ignora", pois corre perigo aquele ou aquela que não demonstrar que está sempre em estado de atenção (em vez de estado de tensão) para ampliar capacidades e assumir a humildade (sem subserviência) de compreender e viver aquilo que Sócrates, na Grécia clássica, nos advertiu: "só sei que nada sei", ou seja, só sei que nada sei por inteiro, só sei que nada sei que só eu saiba, só sei que nada sei que não possa ainda vir a saber.

Afinal, os projetos e metas em qualquer organização são apenas um horizonte que funciona especialmente para sinalizar quais são as possibilidades e limites de progressão; no entanto, horizontes não são obstáculos e sim fronteiras.

Performance e "fazer" carreira exige atitude e iniciativa e, por isso, é um "fazer" em vez de ser um "receber". Construir o equilíbrio das intenções com as condições é prioritário, sempre lembrando que o equilíbrio precisa ser em movimento (como na bicicleta), sem conformar-se com o sedutor e falso equilíbrio que se imagina atingir ao se ficar imóvel.

Em 2007, a Brasilprev pediu-me uma pequena reflexão sobre equilíbrio na vida pessoal e profissional; eu o chamei de “Ô balancê, balancê...”. e agora aqui o retomo.

Balancê? Por incrível que pareça esse termo francês significa, na dança, ficar apenas alternando um pé com o outro, mexendo o corpo para lá e para cá, mas, sem sair do lugar. Quando, em 1936, Braguinha e Alberto Ribeiro compuseram essa marchinha de carnaval, não poderiam supor que mais de 70 anos depois alguns de nós usaríamos a última estrofe como uma lamentação estagnante do desequilíbrio entre vida profissional e vida pessoal: “Eu levo a vida pensando / Pensando só em você / E o tempo passa e eu vou me acabando / No balancê, balancê”.

“Acho que estou precisando colocar as coisas na balança e ver como consigo lidar melhor com a minha vida no trabalho e a minha vida particular.” Tem ouvido muito isso? Tem pensado muito nisso? Ainda bem; é sinal de sanidade. Qualquer perturbação que abale a integridade e autenticidade do que se vive é perniciosa. Todas as vezes nas quais se tem a sensação de se ser “dois”, isto é, de existir de forma dividida, desponta o perigo de se ter de escolher um entre ambos e relegar o outro.

A questão vital não é dividir-se, mas, isso sim, repartir-se. Pode parecer óbvio: quando se divide, há uma diminuição; quando se reparte, há uma multiplicação. Em outras palavras: se me divido entre duas atividades, vem sofrimento; se me reparto, vem equilíbrio.

Não por acaso, a palavra “equilíbrio” está ligada à ideia de pesar, avaliar, aferir e, portanto, colocar na balança. A expressão latina “aequilibrium” tem a sua origem em equ (igual) e libra (balança).

Balancear as dimensões vitais favorece uma mente sadia; afinal, a vida profissional é parte da vida pessoal, e não toda ela.  Não deve pesar mais, nem menos. Terá a gravidade (em múltiplos sentidos) que for obtida pelo honesto valor que a ela for atribuído.

O que não dá é ficar só balançando sem sair do lugar; harmonia é construção planejada e persistente, em vez de pura espera.

Para que harmonia, então?

Como um dia desenvolvi no meu livro Qual é a Tua Obra? (Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética) publicado pela editora Vozes:  Cuidado, a vida é muito curta para ser pequena. É preciso engrandecê-la.

E, para isso, é preciso tomar cuidado com duas coisas: a primeira é que tem muita gente que cuida demais do urgente e deixa de lado o importante. Cuida da carreira, do dinheiro, do patrimônio, mas deixa o importante de lado. Depois não dá tempo. A segunda grande questão é gente que se preocupa muito com o fundamental e deixa o essencial de lado.

O essencial é tudo aquilo que não pode não ser: amizade, fraternidade, solidariedade, sexualidade, religiosidade, lealdade, integridade, liberdade, felicidade. Isso é essencial.

Fundamental é tudo aquilo que te ajuda a chegar ao essencial. Fundamental é a tua ferramenta, como uma escada. Uma escada é algo que me ajuda a chegar a algum lugar. Ninguém tem uma escada para ficar nela. Dinheiro não é essencial. Dinheiro é fundamental. Sem ele, você tem problema, mas ele, em si, não resolve. Emprego é fundamental, carreira é fundamental.

O essencial é o que não pode não ser. Essencial é aquilo que faz com que a vida não se apequene. Que faz com que a gente seja capaz de transbordar.

Repartir vida. Repartir o essencial, a amizade, a amorosidade, a fraternidade, a lealdade. Repartir a capacidade de ter esperança e, para isso, ter coragem.

Coragem não é a ausência de medo. Coragem é a capacidade de enfrentar o medo. O medo, assim como a dor, é um mecanismo de proteção que a natureza coloca para nós. Se você e eu não tivermos medo nem dor, ficamos muito vulneráveis. Porque a dor é um alerta e a dor nos prepara. É preciso coragem para que a nossa obra não se apequene. E, para isso, precisamos ter esperança.

E, como dizia o grande Paulo Freire, “tem de ser esperança do verbo esperançar”. Tem gente que tem esperança do verbo esperar. E esperança do verbo esperar não é esperança, é espera. “Ah, eu espero que dê certo, espero que resolva, espero que funcione.” Isso não é esperança.

Esperançar é ir atrás, é se juntar, é não desistir. Esperançar é achar, de fato, que a vida é muito curta para ser pequena. E precisamos pensar se estamos nos dedicando ao importante em vez de ao urgente.

Tem gente que diz: “Ah, mas eu não tenho tempo”. Atenção: tempo é uma questão de prioridade, de escolha. Quando eu digo que não tenho tempo para isso, estou dizendo que isso não é importante para mim. Cuidado, você já viu infartado que não tem tempo? Se ele sobreviver, ele arruma um tempo. O médico dizia “você não pode fazer isso, tem de andar todo os dias”. Se ele infartar e sobreviver, no outro dia você vai vê-lo, às 6 horas da manhã, andando. Se ele tinha tempo, que ele teve de arrumar agora, por que não fez isso antes? Você tem tempo? Se não tem, crie. Talvez precisemos rever as nossas prioridades.

Será que estamos cuidando do urgente e deixando o importante de lado? Será que não estamos atrás do fundamental, em vez de ir em busca do essencial?

Portal HSM
17/10/2012

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Suzana Herculano - Generosidade: natural ou racional?

Oi pessoal,

Olha q texto interessante da Suzana Herculano para a FSP, caderno "Equilíbrio", de outubro!

Bjss


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Generosidade: natural ou racional?


Demonstrações de generosidade não são exclusividade nossa, pois outros animais -felinos, cetáceos e até ratos- também exibem comportamento altruísta.


Mas não importa: o fato é que o ser humano, ainda bem, é capaz de tomar decisões que beneficiam os outros mesmo quando geram prejuízos para ele, por exemplo para seu próprio bolso.

Para aqueles que acham que só humanos são racionais o suficiente para pensar no que é certo ou errado, a evidência de generosidade em outros animais já deveria bastar para levantar a suspeita de que por trás desse comportamento estão valores emocionais automáticos, como apego e identificação com o outro.

Ainda assim, contudo, resta a possibilidade: será que a generosidade humana também tem outras fontes, mais racionais?

Uma das perguntas colocadas pelo Laboratório de Neuroeconomia de Antonio Rangel, no Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia), nos EUA, é: será a generosidade humana oriunda de um prazer genuíno em ajudar ao próximo? Ou vem de uma decisão racional sobre se é certo ou errado você ficar com tudo em vez de dividir com os outros?

Estudando voluntários que toparam decidir de dentro de um aparelho de ressonância magnética como dividir com outros participantes o dinheiro que lhes era ofertado, o grupo descobriu que... as duas coisas são possíveis.

O grau de generosidade dos participantes é variável, tanto entre indivíduos quanto ao longo de cada sessão de estudo, com escolhas cada vez menos generosas ao longo do tempo -um sinal de que a generosidade requer esforço, o que vai ficando cada vez mais difícil conforme o cansaço aumenta.

Esse esforço pode ser visto no cérebro como um aumento da atividade pré-frontal durante decisões generosas, sinal de controle.

A generosidade, de fato, exige controle em algumas pessoas: aquelas menos generosas, cujo cérebro exibe sinais de satisfação ao ver uma decisão generosa não ser implementada. Para essas pessoas, ser generoso é, de fato, fazer a coisa certa.

Mas, para pessoas que se mostram mais frequentemente generosas, decidir compartilhar seus ganhos com conhecidos ou com estranhos não requer qualquer esforço pré-frontal.

Pelo contrário, causa-lhes uma decepção mensurável no cérebro ver a sua escolha generosa não ser implementada.

Para eles, ser generoso - o que os outros consideram "a coisa certa" -é apenas natural. É... há esperanças para a sociedade!

SUZANA HERCULANO-HOUZEL é neurocientista, professora da UFRJ, autora de "Pílulas de Neurociência para uma Vida Melhor" (ed. Sextante) e do blog www.suzanaherculanohouzel.com

Human League






gente, sessão nostalgia!!! hehehehe
adoroooooooo

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Felicidade Realista - Martha Medeiros

De Norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz.


Não é tarefa das mais fáceis.

A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos.

Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.

Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a blosa Luis Vuitton e uma temporada num spa cinco estrelas.

E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito.

É o que dá ver tanta televisão.

Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.

Por que só podemos ser felizes formando um par, e não como ímpares?

Ter um parceiro constante não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo às expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto.

Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com três maridos, feliz sem nenhum.

Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.

Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.

Olhe para o relógio: hora de acordar.

É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

Conversas sobre fenomenologia

Parabéns pela iniciativa! Que o projeto seja um grande sucesso! Será merecido!!

Um abraço,

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Maroon 5 - Payphone




já falei q adoro Maroon 5? a-d-o-r-o o Adam Levine! eu sei, não é todo mundo q gosta deles, mas esta música particularmente, é viciante!!!!!!!!!!!!!!

"If happy ever after did exist

I would still be holding you like this"

terça-feira, 9 de outubro de 2012

10 dicas para ver o seu trabalho de uma maneira diferente - Infomoney

Olá pessoal, boa noite!

Segue artigo bem interessante com dicas para o desenvolvimento profissional.

Um abraço,


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http://www.infomoney.com.br/carreira/emprego


Para que a sua carreira se desenvolva é fundamental que você saia do automático e encontre uma nova maneira de olhar as coisas


Por Universia
26-09-2012
SÃO PAULO - Algumas vezes na vida, especialmente quando se trata da carreira, a acomodação e o conforto daquilo que já possuímos pode causar uma sensação de rotina que não é favorável para gerar o desenvolvimento profissional.
Para resolver esse tipo de problema e garantir que a sua carreira passe por fases de grande desenvolvimento até que você alcance o patamar desejado é fundamental que você saia do automático e encontre uma nova maneira de olhar as coisas. Mas como fazer isso? Confira algumas dicas para olhar as coisas sob outras perspectivas:

1. Escolha as suas próprias batalhas


Conforme você envelhece e fica mais sábio você percebe que nem todas as batalhas merecem a energia e o esforço dispensado. É muito importante saber reconhecer quais são as batalhas que valem a pena ser disputadas e por que elas valem ou não a pena. Se pergunte se você já pode prever o resultado antes mesmo de se envolver e prefira brigar apenas por aquilo que você realmente acredita.
2. Aceite as coisas como são

Especialmente para os jovens pode ser muito difícil aceitar que as coisas são de determinada maneira. É comum encontrar pessoas tentando mudar as outras, mudar cargos de trabalho ou qualquer outro assunto que simplesmente não pode ser modificado, mas isso exige muito tempo e esforço com coisas que muito provavelmente não trarão resultados. Não desperdice o seu tempo tentando mudar o imutável, simplesmente reconheça que certas coisas não podem ser alteradas e siga em frente.

3. Respeite a diversidade

Você não precisa concordar com pensamentos, opções e ideologias de outras pessoas, só deve respeitá-las apesar disso. Se mantiver isso em mente você já terá meio caminho andado para ver as coisas de uma maneira diferente. Saber conviver com as diferenças é fundamental e as pessoas não devem ser temidas, ridicularizadas ou desrespeitadas só por serem diferentes do que você está acostumado.
4. Não queime suas pontes

Lembre-se de que o mundo em que vivemos hoje já é considerado pequeno e com a ajuda da tecnologia está se tornando ainda menor. Isso significa que a qualquer momento você pode encontrar alguém que já passou pelo seu caminho e, mais que isso, pode depender dessa pessoa para qualquer coisa. Portanto, mantenha bons relacionamentos, não destrua as ligações que você possui com as pessoas. Se você se dá bem com as pessoas em geral não precisará ficar paranoico vigiando cada uma de suas atitudes e pensando em como isso pode ser usado contra você.
5. Trate os outros como gostaria de ser tratado

Embora seja um ditado antigo e clichê, é completamente verdadeiro. Respeite as pessoas ao seu redor e os seus comportamentos, da mesma maneira como você espera ser respeitado pelas suas ações. Talvez você não seja tratado por todos da mesma maneira que você os trata, mas poderá dormir com a certeza de que está fazendo o melhor que pode.
6. Saiba relevar

Não se deprima ou desista dos seus desejos só porque alguém fez um comentário negativo/maldoso a seu respeito e, mais que qualquer coisa, não leve esse tipo de comportamento para o lado pessoal. Provavelmente a pessoa que está ofendendo você sequer tem noção disso, portanto, saiba como relevar certos comentários e continue com a sua vida.

7. Respeite seus próprios princípios

Seja honesto consigo mesmo e saiba com o que você concorda ou não, pois é isso que vai guiar os seus comportamentos durante a sua vida profissional. Toda vez que você se deparar com um problema ético/moral, lembre-se de quem você é e de tudo aquilo em que você acredita.
8. Saiba que as coisas se encaminham para um bom resultado

Embora muitas coisas pareçam ter tudo para dar errado, é importante que você mantenha sempre o pensamento positivo. É claro que isso não significa sentar e esperar que tudo o que você deseja caia do céu, mas ter a certeza de que você alcançará bons resultados ao concluir os projetos dará a você muito mais motivação para guiar o processo.

9. Entenda que as ações falam mais que as palavras

Se você está em dúvida sobre a sinceridade de uma pessoa, certifique-se com as atitudes dela. Esse também é um ditado antigo e clichê, mas igualmente verdadeiro. Da mesma maneira, se você quer ser uma pessoa de confiança, procure agir de acordo com as suas palavras e vice-versa, assim você não precisará se preocupar em justificar atos ou conversas desnecessárias.
10. Saiba escolher o lado certo

Você não precisa ver as coisas sempre pelo lado negativo, mesmo que você conheça todos os problemas existentes na organização onde trabalha. Saber ser uma pessoa positiva faz toda a diferença na maneira como você lida com as suas obrigações, portanto, procure não perder a referência de como as coisas acontecem no seu ambiente de trabalho, mas esteja pronto para assumir sempre uma postura positiva em relação aos projetos.






domingo, 7 de outubro de 2012

Robert Downey Jr - Parte II

Olá!!

Se tem um nome recorrente neste blog, este nome é "Robert Downey Jr", com certeza um dos meus atores preferidos!

Este post não pretende ficar repetitivo, mas como eu acabei de mostrar um clip q ele participa, fiquei com vontade de mostrar outros clips onde ele canta de maneira belíssima, em uma série q eu amava Ally Mcbeal, ô série q faz falta!!!

Enjoy!!!





Gladys Knight - Midnight Train To Georgia

adoro essa música e adoro a versão dos backing vocals com o jack black, o ben stiller e o meu preferido, robert downey jr!! gente, é tão divertido, e a música é maravilhosa, combinação perfeita!!!!!

segue as duas versões abaixo:



O problema do elogio - Superinteressante

Oi pessoal,

Li uma reportagem da Revista Superinteressante (não mto recente, de 2010) e queria compartilhar com vocês...achei a reflexão super válida!!!

Espero que vocês gostem!!!

http://super.abril.com.br/ciencia/problema-elogio-552526.shtml

Bjsss

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Tim Maia - Vale Tudo: O Musical

Oi pessoal!




















Vai vir para o "Coliseu" o musical sobre a vida do Tim Maia baseado nos escritos de Nelson Motta, q conviveu muito com Tim Maia!!!! Eu estava morrendo de vontade de assistir!!!

Infelizmente o Tiago Abravanel q está tendo um super destaque "revivendo" o artista, vai se ausentar pq vai fazer parte de uma novela da globo, mas mesmo assim vou querer assistir a peça...o substituto dele se chama Danilo de Moura, tomara q ele seja bom tb!

Com direção de João Fonseca, o musical já foi visto por mais de 100 mil pessoas, desde a estréia no ano passado.
Bom, segue abaixo mais informações sobre a peça:

12 de outubro, às 21 horas
13 de outubro, às 17:00 e 21:30 horas
14 de outubro, às 20 horas

Edereço: Rua Amador Bueno, 237 – Santos
Preço: inteira entre R$150 e R$ 80
Meia-entrada: estudantes, professores da rede pública e idosos acima de 60 anos.
Ponto de venda sem taxa de conveniência: Blheteria Teatro Coliseu de terça a domingo das 14:00 às 19hrs.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

sábado, 29 de setembro de 2012

Tradição Casamento

Olááá

Vocês sabiam que existe uma antiga tradição que diz que a noiva, no dia de seu casamento, deve usar algo novo, algo velho, algo emprestado e algo azul?

É, casamento tb é cultura.... :))

Aproveitando, segue foto de um uma coisa linda q chegou na minha casa esta semana!!!

Simplesmente l-i-n-d-o!



bjs,