sábado, 28 de junho de 2008

Na Natureza Selvagem...Into the Wild


No Ceiling
Eddie Vedder
Soundtrack do filme Into the Wild (Na Natureza Selvagem de Sean Penn, com EmileHirsch)

Comes the morning
When I can feel
That there's nothing left to be concealed
Moving on a scene surreal
No, my heart will never,
will never be far from here
Sure as I am breathing
Sure as I'm sad
I'll keep this wisdom in my flesh
I leave here believing more than I had
And there's a reason I'll be,
a reason I'll be back
As I walk the hemisphere
I got my wish to up and disappear
I've been wounded,
I've been healed
Now for landing I've been,
for landing I've been cleared
Sure as I am breathing
Sure as I'm sad
I'll keep this wisdom in my flesh
I leave here believing more than I had
This love has got no ceiling

--> Esta música vai para uma amigona minha...ela assistiu este filme recentemente e ele emocionou a ela, como também me emocionou...um dos melhores filmes a q já assisti...a trilha sonora inteira dessa filme é excelente, mas a música q eu mais gosto é esta q postei a letra acima...
Se você ainda não assistiu, coloque esse filme em sua listinha!!!

Me esforçando para ser cada dia mais, ECOLOGICAMENTE CORRETA...

Oi pessoAll,

Tenho lido mto a respeito de consumo sustentável e atitudes ecologicamente corretas e queria passar algumas dicas q li em váááários sites. Se a gente se esforçar um pouquinho (não dá mto trabalho não...) quem sabe a gente ajuda um pouco ao invés de atrapalhar tanto o meio ambiente, q tal? Eu estou tentando e vocês, estão fazendo a parte de vocês???

Eis algumas dicas, quem depois quiser me sugerir outras, fique à vontade pq será mto bem-vindo(a):

- Começar do que é mais fácil e separar jornais e revistas, plásticos e alumínios para reciclagem;
- Fazer compostagem o lixo orgânico (informe-se como é o processo da compostagem, é bem interessante!!);
- Fazer mudinhas de árvores e plantá-las;
- Separar o lixo e dar para a coleta seletiva;
- Evitar comer carnes;
- Procurar sempre comprar produtos de marcas ambientalmente responsáveis;
- Apagar todas as luzes e desligar os eletrônicos das tomadas quando não usados;
- Não desperdiçar água potável (fechando as torneiras enquanto lava roupa, louça ou escova os dentes ou toma banho);
- Estimular campanhas sobre reciclagem e coleta seletiva no seu trabalho,
- Não jogar lixo no chão da rua;
- Repreender quando ver pessoas jogando lixo no chão na rua;
- Fazer bloquinhos para rascunho ao invés de comprar cadernos novos;
- Diminuir o uso da impressora ou, ao menos, quando imprimir, imprima frente e verso;
- Doar eletrônicos e roupas e calçados que não usa mais;
- Evitar sacolas plasticas;
- Evitar comprar produtos que ferem a natureza;
- Usar lâmpadas fluorescentes em casa;
- Evitar alimentos transgênicos;
- Andar mais ao invés de usar o carro desnecessariamente para curtas distâncias;
- Usar, no trabalho, canecas laváveis ao invés de copos descartáveis.

Teste se você é ecologicamente correto(a): http://elle.abril.com.br/n_testes/ecologico.shtml

Para ler mais e aprender mais:
http://planetasustentavel.abril.com.br/home/
http://elle.abril.com.br/banca/239/09.shtml

Engaje-se!!!!!!

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Antítese...para pensar....


Antítese é uma figura de linguagem(figuras de estilo) que consiste na exposição de idéias opostas. Ocorre quando há uma aproximação de palavras ou expressões de sentidos opostos. (...) O contraste que se estabelece serve, essencialmente, para dar uma ênfase aos conceitos envolvidos que não se conseguiria com a exposição isolada dos mesmos. É uma figura relacionada e muitas vezes confundida com o paradoxo. Várias antíteses podem ser feitas através de Amor e Ódio, Sol e Chuva, Paraíso e Inferno, Deus e Diabo.

From Wikipedia

Duplo Ruim - Nauro Machado


Toda existência é voraz.

Todo ser deveria ser só.

Não unir-se nunca, jamais,

não enroscar-se a nenhum pó.

Ter por casa o mundo todo.

Ter por lar o que é do chão.

Carne, ó dinheiro de um soldo

ganho só com maldição!

Vilipendiar-se? Por quê?

Unir-se a outro? Mas com qual?

Ser um só, para mais ser,

fruto embora de um casal.

Toda existência é nenhuma,

Se feita para outra , em dois.

Role o mar, eterna espuma,

Presente ontem e depois.

terça-feira, 24 de junho de 2008

"Ao desistirem de procurar, é certo que vão encontrar"


Frase de Fabricio Carpinejar...Poeta e Escritor
Corram lá!!

Reflexão


Escher

Para poder mudar, o que é melhor: procurar a origem dos problemas dentro ou fora de nós?

Quem fez esta pergunta foi o Contardo Calligaris em sua coluna semanal na Folha de SP, neste mês de junho, mas faço esta pergunta a todos q estão lendo este blog e a mim mesma....a resposta eu definitivamente ainda não encontrei, quem souber o caminho para decifra-la ganha um doce!

Tradução e Vídeo de Where Would you Be de Martina Mcbride



"Onde você estaria?
Se não estivesse aqui comigo
Onde você iria?
Se estivesse solteiro e livre?
Quem você amaria?
Seria a mim?
Onde você estaria?"
__________________________________________

a letra é show!!
:))

segunda-feira, 23 de junho de 2008

In Treatment (q pena q eu não tenho HBO, mas está série está na minha listinha p/ alugar!!!)


Márlio Vilela Nunes - O Estado de São Paulo

A série Em Terapia (in Treatment, no título original em inglês), estréia hoje, às 20h30, no canal HBO, trazendo o ator Gabriel Byrne no papel do angustiado psicoterapeuta Paul Weston.

A cada dia, de hoje a quinta, poderemos acompanhar uma sessão de terapia conduzida por ele.

Seus pacientes, nesta primeira fase da série, são, respectivamente, uma mulher apaixonada por ele, um ex-combatente que voltou traumatizado do Iraque, uma ginasta acidentada e um casal em crise. Na sexta, veremos o terapeuta ocupando a posição inversa em sua própria terapia: é o dia em que ele discutirá seus problemas com sua analista, vivida pela atriz Diane Wiest.

A série tem 43 episódios que estão sendo exibidos ao longo de nove semanas, de maio até metade de julho.

Em um formato ousado para os padrões de uma série televisiva, toda a ação de Em Terapia se passa dentro do consultório: a atenção é mantida apenas pelos diálogos precisos entre pacientes e terapeuta.

Ao apresentar personagens com perfis psicológicos bem definidos, a série mostra-se fidedigna ao que imaginamos encontrar em um ambiente de psicoterapia na vida real.

Byrne se esforça na gesticulação, nos silêncios e no controle emocional que associamos a um profissional dessa área.

Os dramas, as dúvidas e as culpas dos pacientes são bem próximos aos vivenciados no dia-a-dia dos consultórios, mesmo que não tenhamos como desencadeante uma experiência traumática na Guerra do Iraque.

O tratamento oferecido pelo psiquiatra da série, que se limita basicamente em associar um problema atual com um trauma inconsciente, é o padrão psicanalítico incorporado pela imensa maioria dos profissionais.

Esta correspondência imaginária pode ser sinal de competência e de uma rigorosa pesquisa na construção da série, mas é, também, a sua principal limitação.

O que se passava no interior de um consultório de psicoterapia era um dos últimos segredos que ainda escapavam ao voyeurismo da sociedade atual.

No mundo big brother, buscamos desesperadamente saber o que existe por trás das aparências da vida social, enxergar a verdade que cada um esconde em sua vida particular.

Só que, a cada edição do Big Brother, descobrimos que as pessoas ‘reais’ que participam do programa não são muito diferentes dos personagens das novelas. Seus romances, suas intrigas e traições são os mesmos. Atrás da aparência, só encontramos uma outra aparência.

Ainda que seja uma ficção, Em Terapia nos oferece um duplo voyeurismo. Em primeiro lugar, temos a oportunidade de vislumbrar o que ocorre dentro de uma sessão de psicoterapia e, depois, o que se esconde no inconsciente dos personagens.

Mas o que encontramos, assim como em todas as edições do Big Brother, é o que já imaginávamos. Não existe surpresa ou engano.

A série confirma nossa convicção e entretém (e talvez nem pudesse ser diferente), mas não traz um novo olhar sobre os outros ou sobre nós.

Portanto, ela não nos modifica, não nos trata, apesar de percebermos as semelhanças entre as dificuldades e angústias que vivemos e as relatadas pelos personagens.

O que não compreendemos, ao assistir ao programa, é a razão pela qual o tratamento ocorre.

Provavelmente um paciente real não alteraria seu comportamento se fosse submetido ao tratamento oferecido por Weston.

Na prática clínica, sabemos que localizar um sentido inconsciente para um problema não é suficiente para modificar uma pessoa.

Em uma análise, o que trata, o que permite a mudança está além da cena (consciente ou inconsciente), além do que o olhar televisivo pode mostrar. É algo que se descobre apenas pela experiência pessoal em ser analisado.

Em Terapia é mais um ótimo programa de televisão. Mas seu voyeurismo nada nos esclarece sobre o enigma que é uma análise.

Márlio Vilela Nunes é psiquiatra e autor do blog Psicanálise Presente (www.psicanalisepresente.blogspot.com)

domingo, 22 de junho de 2008

No que dá ter juízo

DANUZA LEÃO

TENHO OUVIDO, cada vez mais, homens e mulheres reclamando da vida, dizendo que estão achando tudo chato, que são pouquíssimas as pessoas com quem querem conversar; sair, nem pensar.

Uma vez a cada 15 dias, para não virar bicho do mato de vez, aceitam ir jantar fora com dois, três amigos, e voltam dizendo "eu não tinha nada que ter ido, já sabia que ia ser uma chatice, da próxima não vou mais".

Jantares com mais gente, esses não há hipótese, e se houver pessoas famosas por serem interessantíssimas, mas que você não conhece, aí é que não vai mesmo.

Não há show de Chico Buarque, João Gilberto, Caetano, que entusiasme essa gente.

Ah, o flanelinha, ah, a multidão, ah, a confusão da saída; e se alguém propusesse que um desses cantores fizesse um show só para ele, alguma desculpa seria arranjada para não querer.

A única coisa que os agrada é ficar em casa, vendo televisão ou lendo um livro, de preferência sós.

Mas os que trabalham em alguma coisa interessante têm uma saída: falar de trabalho.

A vida vai ficando cada vez mais difícil, as pessoas cada vez mais sós, mas nem por isso infelizes.

Qualquer coisa, menos estar com gente. Dá para entender? Pensando bem, até que dá.

Houve um tempo em que essas mesmas pessoas eram a alegria das festas; dançavam, diziam bobagens, eram engraçadas, todo mundo gostava delas, o telefone não parava de tocar, e a vida era muito divertida.

O que aconteceu então? A idade que chegou? Não necessariamente, pois existem reclusos em todas as faixas etárias. As festas são menos animadas? Para eles são, mas há gente que não perde uma e acha todas ótimas.

Mas então que história é essa de não querer sair, não querer ver gente, não querer conhecer ninguém novo, nem -e sobretudo- Gisele Bündchen? Ah, os mistérios dessa vida.

Aí comecei a prestar atenção a essas pessoas, para saber em que elas mudaram -sim, porque está claro que foram elas que mudaram. O mundo continua o mesmo.

Lembrei de cada uma delas, pensando que nenhuma tinha responsabilidades, empresas, mulher, ex-mulher, filho.

Todos podiam ir à praia, e há alguma coisa mais irresponsável do que passar a manhã pegando sol e dando um bom mergulho? E uma pessoa queimada de sol pode ser infeliz? Abaixo os dermatologistas, em primeiro lugar a felicidade.

Qual foi a mudança que aconteceu com cada um deles, que se tornaram preocupados com o futuro, com a bolsa, se subiu ou desceu, com os países asiáticos, com o futuro da China?

É que naqueles ótimos tempos ninguém tinha juízo. A vida corria mansa, sem uma só preocupação com o o futuro -futuro? E isso existia?-, mas com o tempo fomos ficando responsáveis e ganhando juízo.

De tanto ouvir nossos pais dizendo "essa menina precisa criar juízo", criamos, e somos hoje uma turma de desanimados, quase deprimidos, pois não temos mais coragem de falar bobagens, cobiçar ostensivamente a mulher do próximo, beber além da conta, dar um grande vexame, e sobretudo, sobretudo, deixar de ir ao trabalho numa quarta-feira para ir à praia, porque criamos juízo.

Como era bom o tempo em que não tínhamos nenhum.

Goodbye


Ainda lembro o que passou
Eu, você, em qualquer lugar
Dizendo:"Aonde você for eu vou"
...E quando eu perguntei
Ouvi você dizer
Que eu era tudo
O que você sempre quis
Mesmo triste eu tava feliz
E acabei acreditando
Em ilusões...
Eu nem pensava em ter
Que esquecer você
Agora vem você dizer:
"Amor, eu errei com você
E só assim pude entender
Que o grande mal que eu fiz
Foi a mim mesmo"
Vem você dizer:
"Amor, eu não pude evitar"
E eu te dizendo:"Liga o som!E apaga a luz"
...Ainda lembro o que passou
Eu, você, em qualquer lugar
Dizendo:"Aonde você for eu vou"
...E quando eu perguntei
Ouvi você dizer
Que eu era tudo
O que você sempre quis
Mesmo triste eu tava feliz
E acabei acreditando
Em ilusões...

MM

Cris Rock e os Relacionamento (é piada mas tem seu fundo de verdade)

PRESENTE (bem) SUGESTIVO


Pra descontrair um pouquinho...
:)

sábado, 21 de junho de 2008

Onde está a Jú Matias?



Parece que foi ontem!

Desencontro



Desencontro
Chico Buarque

A sua lembrança me dói tanto
Eu canto pra ver
Se espanto esse mal
Mas só sei dizer
Um verso banal
Fala em você
Canta você
É sempre igual

Sobrou desse nosso desencontro
Um conto de amor
Sem ponto final
Retrato sem cor
Jogado aos meus pés
E saudades fúteis
Saudades frágeis
Meros papéis

Não sei se você ainda é a mesma
Ou se cortou os cabelos
Rasgou o que é meu
Se ainda tem saudades
E sofre como eu
Ou tudo já passou
Já tem um novo amor
Já me esqueceu

"Good Girls Go To Heaven, Bad Girls Go Everywhere”

Traduzindo:
"Boas meninas vão para o céu, meninas Más vão para qualquer lugar"


Café Filosófico c/ Flávio Gikovate....Vam`bora???

Palestra: Uma história do amor... Com final feliz

Graças aos avanços tecnológicos e às mudanças da vida social, atualmente se verifica uma tendência ao crescimento da individualidade e ao empobrecimento do amor romântico de fusão — que, entretanto, ainda predomina no imaginário coletivo como modelo ideal.

Essa transformação lenta, segundo o psicoterapeuta Flávio Gikovate, é uma excelente notícia.

Ele afirma que o adulto moderno tem duas opções, ambas muito melhores do que a relação possessiva do amor convencional: viver só, estabelecendo vínculos afetivos e eróticos mais superficiais; ou desenvolver relacionamentos baseados no que o psicoterapeuta chama de +amor, sentimento que respeita a individualidade e, ao mesmo tempo, cria laços que podem durar a vida toda.

Gikovate mostra como seguir o segundo caminho — mais difícil, sem dúvida, mas bem mais recompensador.

Na ocasião, o psicoterapeuta também irá lançar seu livro Uma história do amor com final feliz, pela MG Editores.

Qui 26 de Jun 19h
Local: Santos-SP (Auditório da CPFL Piratininga. Praça dos Andradas, 31 Centro)

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Florbela Espanca








"Amei-te muito, e eu creio que me quiseste
Também por um instante nesse dia
Em que tão docemente me disseste
Que amavas 'ma mulher que o não sabia.
Amei-te muito, muito!
Tão risonho Aquele dia foi, aquela tarde!
...E morreu como morre todo o sonho
Deixando atrás de si só a saudade!
...E na taça do amor, a ambrosia
Da quimera bebi aquele dia
A tragos bons, profundos, a cantar...
O meu sonho morreu..."
>
>
>
Florbela Espanca era uma romântica incurável e eu também sou, mas tenho certeza, o futuro será generoso comigo...

Hoje

Tem dias onde o melhor que você pode fazer é simplesmente deixar extravasar.
Para quê, tolher o sentimento?
Para quê, sufocar a dor?
Para quê, fingir?
Amanhã tudo poderá parecer exageradamente dramático,
e poderá parecer menor e um pouco mais fácil do que hoje e isso é ótimo, mas agora,
deixa as lágrimas rolarem,
os olhos ficarem vermelhos,
o rosto inchado,
deixa a emoção tomar conta.
Afinal, você é humana!


quinta-feira, 19 de junho de 2008

Let it Be

http://www.youtube.com/watch?v=Z4bib4PBqGA

video

Let It Be
John Lennon e Paul McCartney

When i find myself in times of trouble Mother mary comes to me
Speaking words of wisdom,
let it be.
And in my hour of darkness She is standing right in front of me
Speaking words of wisdom, let it be.

Let it be, let it be.Let it be, let it be. Whisper words of wisdom, let it be.

And when the broken hearted people Living in the world agree,
There will be an answer, let it be.
For though they may be parted there is Still a chance that they will see
There will be an answer, let it be.

And when the night is cloudy, There is still a light that shines on me,
Shine on until tomorrow, let it be.
I wake up to the sound of music Mother mary comes to me
Speaking words of wisdom, let it be.

Let it be, let it be.Let it be, let it be.

There will be an answer, let it be. Whisper words of wisdom, let it be.

Um filme acima de qq crítica, uma amizade acima de qq julgamento!


Viva as Diferenças, Viva a Nostalgia e Viva as Nerdices!!!

terça-feira, 17 de junho de 2008

Aí Tem

As coisas são como são.

Se alguém diz que está calmo, é porque está calmo.

Se alguém diz que te ama, é porque te ama.

Se alguém diz que não vai poder sair à noite porque precisa estudar, está explicado.

Mas a gente não escuta só as palavras: a gente ouve também os sinais.

Ele telefonou na hora que disse que ia ligar, mas estava frio como um iglu.

Você falava, falava, e ele quieto, monossilábico.

Até que você o coloca contra a parede: "O que é que está havendo?". "Nada, tô na minha, só isso." Só isso???? Aí tem.

Ele telefonou na hora que disse que ia ligar, mas estava exaltado demais. Não parava de tagarelar. Um entusiasmo fora do comum. Você pergunta à queima-roupa: "Que alegria é essa?" "Ué, tô feliz, só isso". Só isso????? Aí tem.

Os tais sinais. Ansiedade fora de hora, mudez estranha, olhar perdido, mudança no jeito de se vestir, olheiras e bocejos de quem dormiu pouco à noite: aí tem.

Somos doutoras em traduzir gestos, silêncios e atitudes incomuns.

Se ele está calado demais, é porque está pensando na melhor maneira de nos dar uma má notícia. Se está esfuziante demais, é porque andou rolando novidades que você não está sabendo.

Se ele está carinhoso demais, é porque não quer que você perceba que está com a cabeça em outra.

Se manda flores, é porque está querendo que a gente facilite alguma coisa pra ele.

Se vai viajar com os amigos, é porque não nos ama mais.

Se parou de fumar, é uma promessa que ele não contou pra você. Enfim, o cara não pode respirar diferente que aí tem.

Às vezes não tem.

O cara pode estar calado porque leu um troço que mexeu com ele, ou está falando muito porque o time dele venceu.

Pode estar mais carinhoso porque conversou sobre isso na terapia e pode estar mais produzido porque teve um aumento de salário.

Por que tudo o que eles fazem tem que ser um recado pra gente?

É uma generalização, mas as mulheres costumam ser mais inseguras que os homens no quesito relacionamento.

Qualquer mudança de rota nos deixa em estado de alerta, qualquer outra mulher que cruze o caminho dele pode ser uma concorrente, qualquer rispidez não justificada pode ser um cartão amarelo.

O que ele diz importa menos do que sua conduta.

Pobres homens. Se não estão babando por nós, se tiram o dia para meditar ou para assistir um jogo de vôlei na tevê sem avisar com duas semanas de antecedência, danou-se: aí tem.


Martha Medeiros

Sabe-se lá aonde os caminhos percorridos irão nos levar....


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Era uma vez...

Era uma vez uma menina-mulher cheia de sonhos...
...o resto da estória só acompanhando o blog para saber!

Seja bem-vinda(o): hoje, amanhã, quando quiseres!

Até mais